5K20.25 Ímã caindo no interior de um tubo

Um potente íma de neodímio e, em seguida, um cilindro de latão, quando soltos dentro de um tubo vertical de vidro caem com aceleração igual à da gravidade.

No entanto, quando o ímã é solto dentro de um tubo de cobre, ele leva vários segundos para atravessá-lo. O cilindro de latão, por sua vez, cai com a aceleração igual à da gravidade.

Durante a queda do ímã, o campo magnético variável no tubo de cobre, que é condutor, produz correntes elétricas induzidas no tubo que, por sua vez, dão origem a um campo magnético com sentido oposto ao campo do ímá. Assim, o tubo exerce sobre o ímã uma força contrária ao seu movimento.

Opcionalmente, o tubo de cobre pode ser pendurado na extremidade de uma mola. Quando o ímã é solto, a força que ele faz sobre o tubo estica a mola, que só retorna à posição de equilíbrio depois de o ímã sair pela outra extremidade do tubo.

Mais informações

Quanto melhor condutor for o tubo, maior será a corrente elétrica induzida nele e mais tempo o ímá levará para atravessá-lo. É possível aumentar a condutância do tubo escolhendo-se um material com maior condutividade elétrica (cobre, por exemplo) e utilizando-se um tubo mais espesso.

A condutividade elétrica de um metal aumenta quando se diminui a temperatura. Se tubo de cobre for resfriado mergulhando-o em nitrogênio líquido, o ímã levará um tempo muito maior para atravessá-lo durante a queda. 


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